Quarta Fevereiro 08 , 2012
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Compromisso com a nossa geração

Devemos almejar um verdadeiro avivamento, mas para isso o primeiro passo a ser dado é ouvir a voz de Deus chamando-nos ao arrependimento.


“Realiza de novo, em nossa época, as mesmas obras, faze-as conhecidas em nosso tempo...”
Habacuque 3:2 (NVI).

maos_ao_ceus_220px.jpg “E o verbo se fez carne, e habitou entre nós...” — João 1:14a.

A presença de Deus entre os homens é responsável não só por uma linguagem, mas também por mudanças profundas na sociedade, pois o transforma e o faz uma nova criatura, livre do pecado e suas terríveis conseqüências e plenamente regenerado para uma vida de justiça e santidade.

Este é, portanto, o maior compromisso que tenho com a minha geração: A MANIFESTAÇÃO DA GLÓRIA DE DEUS ENTRE OS HOMENS!

“Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, orar e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra” — II Crônicas 7:14.

Desta forma, devemos almejar um verdadeiro avivamento, não de formas ou fachadas, mas de conteúdo. Avivar é oferecer vida: "O ladrão vem somente para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância". (Jo 10:10). Foi o que aconteceu quando o homem estava morto em delitos e pecados e recebeu vida por ocasião da morte e ressurreição de Cristo.

Se queremos avivamento, o primeiro passo a ser dado é ouvirmos a voz de Deus hoje convidando-nos ao arrependimento. O pecado deve ser extirpado porque produz morte e desgraça. Deve ser tratado como pecado, pelo nome; não por fraqueza, doença, ignorância, hereditariedade ou trauma psicológico. Qualquer desejo por avivamento que não venha reconhecer o pecado e abandoná-lo é leviano.

No verdadeiro avivamento o homem é levado a olhar para si. Descobre suas misérias, fraquezas e fracassos, e é levado a arrepender-se confessando com lágrimas e tristeza seus pecados.

Há em nossos dias grupos chamados cristãos declarando que estão experimentando um avivamento. Mudaram suas formas de culto, atividades, cânticos etc., porém não há arrependimento e nem mudança de vida, não há impacto significativo na sociedade que vivemos; e o modelo que se oferece é, por vezes, a cópia daquele que o mundo secular apresenta.

D.M. Lloyd-Jones referia-se a este grupo dizendo que as “igrejas estão cheias de pessoas absolutamente vazias”. São verdadeiros “sepulcros caiados”: Os que querem aparentar uma realidade exterior que contraria a interior.

Um compromisso real com a geração dos nossos dias está relacionado também com uma vida de oração. Não existe avivamento, senão o que é produzido pela oração sincera e fervorosa dos filhos de Deus. O avivamento chegou na Índia quando John Hyde orou. Abel Clary orou, e o avivamento surgiu no ministério de Finney. David Brainerd orou, e os índios americanos foram alcançados. Evan Roberts orou, e o avivamento veio sobre o País de Gales.

Se desejamos ter um compromisso com a nossa geração e se esperamos que venham as transformações tão necessárias para a nossa pátria, devemos nos empenhar para que o verdadeiro avivamento seja experimentado em nossas vidas, famílias e igrejas, e então o mundo ao nosso redor provará a grandiosidade e a soberania de um Deus fiel e cumpridor de suas promessas.

“Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, orar e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra”
II Crônicas 7:14.